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domingo, 14 de maio de 2017

MÃE = AME

MÃE = AME
Pudera eu ter palavras suficientes para descrever o amor com o qual se criou o nome "MÃE", quiçá possa tentar.
Mãe é uma grande palavra pequena. Escreve-se com "M" de 'maior', de majestosa, de 'maravilhosa', de 'magnífica'. Todavia, o mesmo 'M' também inicia as palavras 'mansa'; meiga' e, se você souber lidar, 'maleável'.
Essa palavra também contém a letra 'A' que pode ser pronome, preposição ou artigo (como se a gramática fosse o forte de um poeta). Pois bem, como pronome, pode se dizer que mãe é 'a' que ama; como preposição nos leva 'a' amar e como artigo, mãe é 'a' chave para entender o amor.
Arisco-me a dizer isso por causa da ligação que o nome de mãe carrega em si, uma vez que temos como última letra deste lindo substantivo, o "E". Não há duvidas que o  'e' remete a uma 'conjunção, uma ligação perfeita que ressalta a condição aditiva de toda mãe. Acaso não cai bem a junção de mãe 'e' amor; de mãe 'e' cuidado; de mãe 'e' vida?
E quanto ao 'TIL'? Nada mais justo um 'til' em uma palavra que você provavelmente pronunciará com lágrimas, com consequentes narinas entupidas e falta de fôlego. Deve ser por isso que colocaram o til.
Dito isso, será que consegui descrever o amor com o qual foi criada a palavra 'mãe'? De certo que não! Nenhum poeta ou gramático o pode. O amor que deveras foi incutido no nome mãe só pode ser obra divina, apenas Deus poderia isto fazer. Até mesmo Jesus duvidou que uma mãe pudesse esquecer um filho que ainda mama e, embora seja fato a humanidade da mãe (e sua possível, porém improvável falha), seu amor é exemplo para todos nós.
Encerro este ensaio desajeitado e, por que não, quase leigo deixando apenas um destaque. Desconstrua o a palavra "M.Ã.E" e você encontrará uma ordenança do Senhor: "A.M.E".

Edson Borges Filadelfo 14/05/2017

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Desescrevendo o Escritor

                                                  Por Edson Borges Filadelfo Geoeducador
Em homenagem ao Dia do Escritor - 25/07


Não pense que escritor não é egoísta
Antes de publicar seus escritos ele os observa sozinho
A obra toda sua, só sua, sua cria, pedaço de si.

Não pense que escritor não é interesseiro
Antes de doar suas palavras ele as busca nos livros
As palavras alheias rouba, ajunta, amontoa, acumula pra si.

Escritor não é paciente, é veemente
Joga suas ânsias nas frases, nos versos, se livra da angústia
Nem sempre ciente do impacto,lança, atira, projeta.

Escritor não inventa histórias, as copia
Imita sonhos, desejos, reproduz o que a vida tenta esconder
Nem deixa passar o banal, o captura, escraviza e perpetua.

Há algo de errado com as palavras, caladas, paradas
O escritor as faz gritar, correr, saltar, misturar
Põe cada uma no seu lugar, em todo lugar.

Há algo estranho nos olhos do escritor, ouvidos e mãos
Vê o que ninguém viu, ouve onde só há o barulho
Desescreve tudo só para escrever de novo.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Poesia "Cultura Brasileira", do geoeducador Edson Borges Filadelfo, é classificada em 3º lugar no Prêmio Literário Brasil de A a Z da Litteris Editora.


Litteris Editora

CONFIRA OS TRÊS PRIMEIROS COLOCADOS NO CONCURSO "BRASIL DE A a Z".
1º LUGAR - ANTONIO EDISON RIBEIRO DIAS - TALVEZ HAJA UM FUTURO PARA A EDUCAÇÃO - (GUARULHOS/SP)
2º LUGAR - FABIO RIBEIRO BASTOS - BRASIL DE A a Z- (RIO DE JANEIRO/RJ)
3º LUGAR - EDSON BORGES FILADELFO - CULTURA BRASILEIRA - (NOVA IGUAÇU/RJ)

CONFIRA OS TRÊS PRIMEIROS COLOCADOS NO CONCURSO "POESIAS DO COTIDIANO".
1º LUGAR - THAÍSE MARIA DIAS - BIOGRAFIA DE UM AMOR (MONTES CLAROS - MG)
2º LUGAR - CELITA DE FÁTIMA BITTENCOURT - LAR ESTRANHO LAR (CAMPONOGARA - ITÁLIA)
3º LUGAR - ANTÔNIO MANUEL NEGREIROS - FRAGMENTOS DE UMA VIDA (MAIA PORTUGAL)
Fonte: Página Oficial da Litteris Editora no Facebook

Outra obra do Geoeducador,a poesia "Vou Sair", também foi classificada entre os prêmios de edição do concurso "Poesias do Cotidiano" e ambas devem ser publicadas ainda esse ano, o 25º ano da Editora Litteris.
www.litteris.com.br

sábado, 27 de agosto de 2011

Conselhos de amor


Por Adgeo*
O amor é como uma borboleta:
Por mais que tente pegá-la, ela fugirá.
Mas quando menos esperar, ela estará ali do seu lado.
O amor poderá te fazer feliz, mas também pode vir a te ferir.
Mas o amor só será especial quando você tiver o objetivo de dá-lo a
alguém
que seja realmente valioso.  Por isso, aproveite o tempo livre para
escolher melhor.
 
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CAIO SOH

por Adgeo* 
 Tive minhas pernas amarradas na carroceria da loucura
Fui arrastado por toda minha cidade
Desconheci de perto em um passeio forçado todas as minhas formas
Esfolei minha lucidez nesse chão de novidades
Deixei pelo caminho um rastro pois meu corpo sangrava o pavor do
desconhecido
Me percebi outro (quase vacilo e choro)
Tentei desfazer o laço de interrogação que me carrega, mas o instinto
atrapalhava, pois estava decidido a me apresentar alguma verdade
Tentei me esvaziar para fugir mais rápido:
Chorei para tornar-me mais leve
 
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Teatro de Caneta e Papel – A Vida


 Cena 1 – Tentativa de reencontro:
      Os olhos fitam o papel, a caneta a postos à mão direita que carrega consigo, no pulso, o relógio, testemunha dos tempos passados. Os mesmos marcavam 10:37h pm. Era noite do dia vinte e quatro de janeiro de dois mil e seis.
 Cena 2 – O tremular das letras:
      A distancia severa do prazer da escrita havia levado a astúcia do desenhar das palavras, então, póstumo ao contato da esferográfica ao caderno, permaneceu um balangar de traços tortuosos que, embora enfeiassem o documento original, não retiravam a beleza da estória a ser contada. Após tantas noites sem o desabafo cotidiano, começava a humilde tentativa de pazes com a caneta e o papel e, novamente, se estava “escrevendo uma vida”.
 Cena 3 – Perseverança:
      E se começava o texto, o sono se embala, ajudado pela preocupação com a vida, somado à baixa luz proporcionada pelo lustre em cúpula de vidro esbranquiçado. Não é fácil iniciar. Como se inicia uma estória iniciada? Como contar um filme a partir de sua metade? Procede a anterior apesar de ser, a vida, uma única, longa e curta história de estórias.
 Cena final:
      Começa a história...

* Edson Borges Filadelfo 24-01-06
Contatos: organizador do site

Estilo de Vida

Vou sair
e, indeciso... com que roupa eu vou?
Vou de Jeans; no pé, um Nike
que outra opção restou?
Em minha agenda é Sunday, october, 10
logo à noite tem Reality Show
Mas não dá, vou sair, assistir a sessão das dez
Jackie Chan em Nova Yorque
September ,11 já passou.
É uma pena, eu queria ver
Filme de guerra me atiça
Terrorismo x Liberdade
mas sei que sempre vence , a justiça.
Tudo bem,
o que importa é eu me alimentar de Cultura
afinal, Cine-Brasil é tão chulo,
e pobre
e vulgar. Cadê a censura?
Veja o Funk! o Axé! O que fizeram com o Brasil?
Cidinho e Doca, o que fizeram com vocês?
Outro dia, na TV, vi a tradução de um Hip-Hop
daí pude perceber.
Ainda assim eu não mudo
pois  mudaram   minha   essência
eu era  samba  e hoje o  samba,
vejam!  Só  é  samba na   aparência
digo por experiência.
Tenho de ir, estou atrasado
tenho que passar no Champion
pois é lá que ela trabalha
por contrato temporário
sai  as  18:00h  no  Domingo
está quase no horário.
É Trainne, fez  Microlins
CCAA  e  SOS
Está se capacitando ao mercado de trabalho
É o Self Made Man, é assim que se cresce.
Estou com fome, vou comer
um Big Mac com Coca Cola
É o Fast Food do momento
no meu Ford ligo o Dial, um CD do Roxette
assim esqueço o sofrimento
E, no cine, no Guichê
vou pagar com Credcard
é um Status que conquistei
e, no trailer, um logo dos USA
esse mês lançam mais dois
vou conferir na Web depois
taí, até que gostei!
Já é Night, vou fechar com Gouden Key
já não posso contar mais, estou de partida
só falo que tem Souite, Chanpagne e Lingerie
ao som de Mariah vai ser love até a saída
esse é o meu estilo de vida...

 

* Edson Borges Filadelfo - Graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro; professor de Geografia e coordenador do Núcleo Cabuçu do PVNC, Professor da Rede Estadual do RJ.
Texto baseado na leitura de Carlos Drumond de Andrade - Eu Etiqueta.

Pensando_Poesias_Crônicas_Contos_Redações
Universidade do Estado do Rio de JaneiroFaculdade de Educação da Baixada FluminenseCurso de Licenciatura em Geografia com Ênfase em meio Ambiente
2º Período - 2004/2 Matéria.: Cultura: O global e o local II
Profª Jacqueline
Graduando.: Edson Borges Vicente

Audição

Pensando - Poesias_Crônicas_Contos_Redações
   Por Edson Borges Filadelfo
(20/08/2001)

Digo flores sobre ti...
Ouço espinhos.
Digo belos raios de sol...
Ouço trovões e chuva.
Digo a brisa do mar...
Ouço, de ti, ventanias.
Tu me dizes água.
Eu, de ti, ouço vinho.
Pronuncias fumaça.
Meus ouvidos só ouvem
o mais puro ar fresco
Pois és pura como o ar que respiro,
Como a água que bebo,
Como o vento que me refresca,
Como a chuva que rega as flores,
Como o sol que ilumina o nosso amor.
Por que, tudo que disserdes a mim,
Mesmo que, amargas palavras,
Elas se farão doces
Como o mais puro mel.
Para adoçar cada vez mais
esse sentimento que nos rodeia.
Tu me insultas e, o que me envolve,
é melodia!
Uma sinfonia me faz dançar.
Me falha a audição se não é você quem fala.
Sou mudo, se não é pra você que digo:
Eu te amo!

Republicando de www.geoeducador.xpg.com.br

domingo, 26 de junho de 2011

Noel Rosa Cantado em Poesia já disponível para Compra


"Noel Rosa, Noel da Vila Isabel, Noel do Rio de Janeiro, Noel do Brasil.
Um nome, uma referência, uma lenda. Alguém que deixou para sempre sua marca na genuína música brasileira. Apesar da rápida passagem pela vida, a certeza da eternidade em cada verso composto por ele – seu legado.
Com prazer, emoção e orgulho, a Litteris Editora e os autores presentes nesta obra fazem uma homenagem única a um dos maiores e mais importantes artistas da nossa música. Um mito inesquecível que, ao longo dos últimos cem anos, teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e do asfalto.
Noel, poeta da Vila e da vida. De todos nós" LITTERIS EDITORA!"


A Antologia Literária Noel Rosa em Poesia da Litteris Editora já está à venda no site www.litteris.com.br

Com custo de R$25,00 (Capa Dura), o livro reúne obras de diversos autores amantes da poesia e impactados pela maestria e leveza da obra de Noel Rosa - O Poeta da Vila. Desde premiados renomados a novos autores de qualidade dentre mais de 2 mil concorrentes com 4 mil obras. O Prêmio Noel Rosa de Poesia foi desenvolvido no ano passado e a idéia era lançar o livro ainda no ano do Centenário do Mestre Bamba, contudo problemas na edição atrasaram o lançamento. Isso não quer dizer que a qualidade dos textos tenha sido afetada. Para quem gosta de ler belas poesias como sentir o aroma das flores, o livro é um ramalhete. Um livro pra ler e ouvir!
Apesar da sua morte prematura Noel ainda inspira compositores a gerações. Alguns de seus clássicos são conhecidos por praticamente todos os brasileiros, ansiãos, adultos ou mesmo crianças. "Com que roupa eu vou?" uma pergunta que não cala, afinal "quem é Bacharel não tem medo de Bamba".

http://www.livrarialitteris.com.br/default.asp?produto/508/NOEL_ROSA_EM_POESIA_%28CAPA_DURA%29_-_ANTOLOGIA_LITERARIA


Entre agora no site da Litteris e adquira um exemplar dessa obra. Para ler, recordar, conhecer e se deliciar de um pouco de arte inspirada na vida e na obra do Mestre Rosa

Uma das poesias presentes nesta antologia é Mestre Rosa, do professor e poeta Edson Borges, o Geoeducador.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Geobacharel não tem medo de bamba

"Poesia de Geoeducador é classificada no Prêmio Noel Rosa de Poesia". Abaixo em primeira mão:

Mestre Rosa

por Geoeducador (Edson Borges)



Hoje soube que a Juju
morena e linda pequena
não sabia Geografia

Pensei que fosse normal
um descuido ou coisa e tal
coisa que ninguém sabia

Mas eu vi que o Mestre Rosa
de poesia poderosa
soube valorizá-la

Resolveu mandar fazer
uma fita amarela
para homenageá-la

Esse mesmo velho Noel
junto com os bichos no céu
hoje está sendo lembrado

  
E eu pergunto com que roupa
ei de ir no lançamento
deste livro publicado



Sei que não haverá só samba
mas com jeito meio bamba
vou soltando a minha voz


nestas linhas alinhadas
aliadas à saudade
dele no meio de nós



¹ Bacharel e Licenciado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Professor da Rede Estadual de Educação do RJ.

OBS: Poesia classificada no Prêmio Noel Rosa em Poesia: comemoração do centenário do "Poeta da Vila". Ediatora Litteris. 2010

20/03/2010


sábado, 15 de maio de 2010

Escrevendo uma Vida

por Edson Borges Vicente




Edson Borges – Geoeducador

Sou Feito de caneta e papel.
Meus membros são palavras,
meu coração é uma enorme folha e, nela,
são escritas tantas coisas.
O mais difícil é apagá-las quando necessário.
O jeito é esperar que com o tempo elas se percam.
Algumas são fáceis como se escritas a lápis,
outras dão mais trabalho e às vezes não se apagam.
Às vezes dói quando é rasgada uma linha
e essa dor faz as frases se desordenarem.
Meus sentimentos são expressos nessas linhas,
lendo-as pode-se decifrar meus sonhos:
palavras tristes são minhas lágrimas,
belos versos são meu sorriso.
Para eu descrever minha vida basta que eu a escreva
e nesse momento, para que eu termine,
um ponto final não se encaixa
pois isso não é o final.
Um conto não é suficiente para que eu conte essa história.
Há muito ainda em mim a ser escrito...
e muitos escritos em mim a serem lidos.
palavras a escrever e uma vida a contar,
caneta e papel a se encontrar.

(Esse texto foi escrito em 2001 e revisado e alterado em 29/05/2012. Aguardava ansiosamente um concurso de poesias em que a palavra fosse uma viagem de uma vida).

Geoeducador
Publicado no Recanto das Letras em 21/12/2008
Código do texto: T1347032

domingo, 7 de março de 2010

PORQUE DEUS INVENTOU A MULHER?


PORQUE DEUS INVENTOU A MULHER?

Dizem que de um pedaço do homem, uma costela, Deus fez a mulher.
Creio eu não ser verdade!
E sim que no homem faltava uma parte, que não a costela,mas sim, um lado do peito.
E Deus fez a mulher pra completá-lo.
Todo homem nasce da mulher!
Todo homem volta pra mulher!
Todo homem é completado pela mulher!
Alguns até queriam “ser” mulher.
Mulher pela qual em seu ventre, foi gerado o filho do meu Senhor.
Mulher pela qual em seu ventre eu fui gerado e que serão gerados meus filhos e os filhos dos meus filhos.
Obrigado, oh Deus, por tê-la feito!
Obrigado a você por existir!
Mulher!

(08 de março, dia internacional da mulher)
por Edson Borges Vicente 2006
www.geoeducador.blogspot.com

quarta-feira, 3 de março de 2010

O que é a Cultura?

por Edson Borges Vicente
Cultura, o que será a cultura?
Será do sertanejo a Raparadura?
Será do gaúcho a carne dura?

Costume, será do Rio o Carnaval?
Será o rodeio do Pantanal?
Festejo por colheita madura?

Sei não, acho que é tudo que já se viu
Comeu, sentiu, vestiu e ouviu
É o que faz dessa terra: Brasil.
Geoeducador
Publicado no Recanto das Letras em 03/03/2010
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/2117666

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sábado, 24 de outubro de 2009

Um Edson*, um poeta e um conselho



por Edson Borges Vicente

Jovem repórter faz homenagem ao poeta Jorge Cardozo, presidente do Conselho Municipal de Cultura


De onde vem a força do poeta
Sobrevivendo em tempos obscuros
Tentando escapar do calabouço
e ver nascer o sol da liberdade?

Talvez venha do espírito de união
Da arte que o palco da vida ensina
Expressada nos espaços operários
Nas caras e nas bocas da cidade

E como imaginar tamanho feito
De ver raiar a luz da esperança
E das palavras tristes do poeta
Surgir a firme voz da liderança

E ao fim sentir que todos temos vida
Que a arte não está no cativeiro
Repousa sobre o velho e o moço
Desperta no coração da criança

Talvez se não morresse o tal menino
Ainda estivesse presa, a poesia
E a força e a garra do poeta
Fosse tal qual agulha no palheiro

Melhor é resistir à repressão
Seguir a cultura da ousadia
Viver do jeito que mais vale à pena
Conselhos de um poeta conselheiro

* Referência ao estudante Edson Luiz Lima Souto, assassinado em 1968, aos 18 anos, em uma operação de repressão, durante a ditadura militar (ver matéria 'Conselho do poeta')