quinta-feira, 16 de abril de 2020

GEOAULA 07 QUARENTENADOS - Cartografia e a Evolução dos Mapas.

Sétima GeoAula, voltada (pela linguagem) ao 6º ano, mas também útil para o Módulo I da NEJA, trata da Cartografia e a História dos Mapas.
Essa aula, bastante didática, mostra a evolução das técnicas cartográficas e os diferentes tipos de mapas, com seus referidos materiais (bastante ilustrados com imagens, gravuras, fotos e experiências em sala), ao longo do tempo, desde a Pré-História e a antiguidade até hoje. Dessa forma, podemos resumir da seguinte forma:
Mapas Antigos: desde as pinturas rupestres e tabletes de argila fenícios aos papiros, peles e pergaminhos. 
Mapas Medievais: da Cosmogonia do Mapa TO à ciência cartográfica dos árabes e as Cartas Portulanas e os primeiros mapas-mundi.
Mapa Modernos: da Projeção de Mercator e de Peters às tecnologias de Sensoriamento Remoto, Aerofotografias e o computador com os programas SIG (Sistemas de Informação Geográfica).
Aventure-se nessa videoaula clicando abaixo!


GEOAULA 06 QUARENTENADOS - Fluxo Migratório de Refugiados para a Europa.

Nossa sexta GeoAula trata sobre o drama das migrações forçadas e dos refugiados. É voltada aos alunos do 9º Ano, do 8º Ano e do Módulo I da NEJA (2º Bim).
Nessa aula aprendemos as definição de Refugiados e os principais motivos que levam milhões de pessoas em todo mundo a deixar seus países para tentar sobreviver em outro. Com ênfase no fluxo para a Europa, mostra as principais rotas, os principais destinos e as fontes, incluindo os perigos desse movimento populacional e a vulnerabilidade dos povos desses países. Além de não serem aceitos em muitos países, enfrentarem fronteiras rígidas e a deportação, muitos acabam morrendo, no caminho, sendo o Naufrágio de Lampedusa, um dos eventos mais trágicos, bem como a foto do garoto Sírio um ícone desse drama! A Europa colonizou, por séculos, quase todo o mundo e, agora, devido a seu alto padrão de vida (IDH), é um dos destinos principais dos refugiados. Por outro lado, cabe também avaliar a situação do país que recebe esses imigrantes e vê um aumento da população em situação de miséria em seu território, o que amplia a necessidade de programas sociais, entre outros. Então, quais países recebem mais refugiados, de onde vem a maioria deles?
Ainda não assistiu? Está esperando o que? Clique abaixo agora e veja, na integra essa videoaula!

GEOAULA 05 QUARENTENADOS - Revolução Industrial e suas fases

Nessa GeoAula, voltada aos alunos do Módulo III da NEJA (importante também para os alunos do (8º ano), tratamos sobre o processo histórico chamado Revolução Industrial e o avanço das Tecnologias de Transporte, Informação, Comunicação e Biomedicina.
A Revolução Industrial é dividia em fases, com diferentes desenvolvimentos tecnológicos, usos de energia e relação com o ser humano e a vida. Dessa forma, resumidamente temos:
1ª RI - Iniciada na Inglaterra e difundida entre os séculos XVII e XIX, marcada pelo uso do Motor de Combustão Externa ou "Máquina à Vapor", sobretudo na indústria têxtil, na metalurgia e nos transportes ferroviários, após o desenvolvimento da Locomotiva. Tinha o Carvão Mineral, um combustível fóssil sólido, como principal fonte de energia.
2ª RI - Iniciada nos EUA, início a meados do século XX, a partir da invenção e aperfeiçoamento do Motor de Combustão Interna ou "Motor a Explosão", sobretudo na indústria automotiva, com a adoção do Sistema Rígido de Produção / Fordismo, da Linha de Montagem. Tinha os derivados do Petróleo (Gasolina, Diesel, Querosene), um combustível fóssil líquido, como principais fontes de energia.
3ª RI - Inciada no Japão a partir do desenvolvimento do Computador e as demais tecnologias de Informação, promovendo a automatização ou robotização industrial, o Sistema de Produção Flexível / Toyotismo, bem como o advento da internet e dos aparelhos e serviços online "smart" / "i" / "e". Nessa fase predominou a diversificação das fontes de energia, com destaque para os Biocombustíveis, a Energia Elétrica (De usinas termo, hidro, nuclear, eólico ou solar/fotovoltaicas e geotérmicas). A dependência dos derivados do petróleo, no entanto, permaneceu.
4ª RI - Ainda no seu início, essa fase está atrelada aos avanços na Biomedicina, na Nano-robótica, na nanotecnologia e nas pesquisas genéticas. A partir da manipulação da vida e da integração homem x máquina, essa fase da Revolução Industrial pretende anular a dependência dos combustíveis fósseis com o desenvolvimento de energias menos poluentes, alcançar a cura para doenças, principalmente as congênitas, o cultivo de órgãos e a produção de órgãos biônicos, bem como garantir a segurança alimentar a sem dependência da natureza, inclusive com a criação dos transgênicos, clones e etc. Nessa Pandemia do Covid-19, os esforços biomédicos tem sido fundamentais
Pra saber tudo isso e muito mais, veja a aula na íntegra clicando abaixo. Um abraço!


GEOAULA 04 QUARENTENADOS - Conhecendo o Globo Digital Google Earth

GeoAula importante para todos os anos de escolaridade, Ensino Fundamental Médio e até mesmo Superior, trata de uma das ferramentas digitais mais importantes para os estudos de Geografia na atualidade (ou para vários outros fins e ciências).
Nesta aula fizemos uma análise do Programa de Computador / App de Smartphone e Site da Internet Google Earth, além do Google Maps e do Street View (Vista da Rua). O Google Earth (Terra do Google), é um globo digital formado pela compilação de milhões de imagens de satélite em um ambiente virtual simulador 3D. A partir dele pode-se analisar as paisagens de qualquer lugar do planeta em diversas escalas, estudar o uso do solo, a configuração dos lugares, as transformações históricas (a partir da ferramente 'Linha do Tempo, que contém imagens de anos anteriores), calcular o efeito de catástrofes naturais, mapear uma área e outras infinitas possibilidades. Com a Ferramenta Street View, podemos visualizar milhares de ruas do planeta, conhecer o interior de museus, parques naturais, rios, barreiras de corais, trilhas de arvorismo e etc, potencializando a análise da diversidade natural e cultural, com ênfase na diversidade dos lugares e na desigualdade social.
Quer conhecer um pouco mais sobre o Google Earth? Assista a videoaula abaixo na íntegra!   



GEOAULA 03 QUARENTENADOS - Globalização e seus principais aspectos

Nesta GeoAula, indicada aos alunos do 9º ano, porém pertinente também aos alunos do 8º ano e os alunos do Módulo III da NEJA (Educação de Jovens e Adultos - Nível Médio - RJ), tratamos sobre um tema bastante importante que é a Integração Global / Mundialização ou Globalização.
Nesta GeoAula recheada de imagens são revelados os diferentes aspectos da Globalização: o Tecnológico, o Econômico e o Cultural. Dessa forma, é possível entender o papel da evolução dos meios de transporte e a "Compressão Espaço-Tempo", bem como o das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICS). É possível também identificar as diferentes perspectivas históricas relacionadas à integração econômica até a formação do "mercado mundial" e suas contradições. Por fim, pudemos perceber as disparidades entre as visões de "Aldeia Global" e a de "Massificação Cultural" promovida pelo "American Way of Life", como a homogenização das culturas a partir da difusão da cultura ocidental, americano-européia.
Para ter acesso a essas e outras informações, clique no link abaixo e veja a GeAula na íntegra.

GEOAULA 02 QUARENTENADOS - União Européia: formação e panorama atual


Nossa segunda GeoAula Online, da série Quarentenados, tratou o processo de integração do Continente Europeu até a consolidação do Bloco Econômico União Européia (UE), desde os primórdios da cooperação geopolítica, com a formação do Benelux, no período final da Segunda Guerra Mundial, os acordos durante a Guerra Fria, com a formação da CECA e a assinatura do Tratado de Roma e a consolidação, no final da Guerra Fria, com a reunificação da Alemanha e a assinatura do Tratado de Maastricht, bem como a união monetária almejada com a criação do EURO.
Por fim, a aula também abordou as crises na Zona do Euro, a fila de espera para a adesão ao bloco, as recusas de adesão de alguns países ao bloco ou do uso do EURO como moeda única por outras, da negativa de adesão da Turquia e o Brexit, a saída do Reino Unido do maior Bloco Econômico do mundo.
Para ter acesso a essas informações, assista o vídeo abaixo. Fique à vontrade!







GEOAULA 01 QUARENTENADOS - Itália Portugal e Espanha: o que há em comum entre esses países?

Nesta GeoAula foram tratadas as singularidades entre os países europeus que mais foram afetados pela pandemia do Corona Vírus (Covid-19).
Foram analisadas as semelhanças regionais, culturais e econômicas entre Portugal, Espanha e Itália, entre outros. Desta forma, pudemos ver, entre outras coias que:
Portugal, Espanha e Itália fazem parte da mesma Região Geográfica (Sul da Europa)
Portugal, Espanha e Itália fazem parte da mesma Região Climática (Clima Mediterrâneo)
Esses quatro países fazem parte da mesma Região Econômico-Cultural: Europa Ocidental.
Esses quatro países possuem idiomas com a mesma origem (Línguas Neo-Latinas)
O vaticano é o menor estado soberano (uma cidade-estado encravada na capital Italiana, Roma.
O vaticano ainda adota a língua oficial do Império Romano, o Latim.
Esses países contribuíram na formação da população brasileira através da migração e povoamento, com destaque para Portugal (Colonizador) e Itália (segundo maior fluxo migratório).
Para ter acesso à aula completa, clique no vídeo abaixo.


Série de GeoAulas Quarentenados

Estamos em um ano letivo atípico em 2020. Com o isolamento social da quarentena devido à pandemia do Corona-Vírus (Covid-19), as aulas online são importantes recursos para mantermos os estudos, além isso, aproveitamos para experimentar os benefícios da utilização das Tecnologias de Comunicação e Informação na Educação.
O Canal Geoeducador do You Tube está desenvolvendo videoaulas (GeoAulas) com conteúdos de Geografia para os Ensinos Fundamental e Médio / EJA. Os vídeos tem média aproximada de 10 min e contém imagens, gráficos, mapas, tabelas e demais recursos para potencializar o aprendizado. A partir de agora o Blog Geoeducador também estará compartilhando esse material. Se inscrevam no canal e aqui no Blog para receber as notificações de novos materiais.
GeoAula 01
GeoAula 02
GeoAula 03
GeoAula 04
GeoAula 05
GeoAula 06
GeoAula 07
GeoAula 08

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Argumentos controversos na defesa da preservação da Amazônia.

Primeiramente leia até o final para desenvolver suas críticas e avaliar esse texto 😉🙏
Se você realmente quer contribuir com a preservação da Amazônia, por favor, não use vagamente esses argumentos:
1° 'Pulmão do mundo'. 👃🌪
2° 'Maior regulador do clima global'🌎.
3° 'Principal fonte da água e das chuvas do Sudeste'⛈
4° 'Fumaça do céu de São Paulo 🌫
5° Fotos de queimadas de outros lugares ou de outros anos 🔥🗽.
6° Agro é o 'demo' 😈.
7° Não se deve explorar nenhum dos seus recursos ⚒.
8° 'Ajuda' da Alemanha, Bélgica, Noruega e etc. 👦🐻
9° Girafas de três pernas🦒
10° Vai virar cerrado 🌳🌵🌾
Se vc aceitou ler até aqui, saiba de algumas coisas:
Preservar a Amazônia é algo primordial para o planeta, fundamentalmente para manter o equilíbrio dos ecossistemas e a nossa qualidade de vida, bem como a nossa esperança de que possíveis descobertas farmacêuticas incríveis ocorram. Mas é preciso entender que:
1° Ela não é o pulmão do mundo por que consome boa parte do oxigênio do que produz e também gera gás carbônico. Aliás, entre algumas das explicações para isso é que ela não é formada só de árvores e plantas, mas também de animais. Mais da metade do oxigênio gerado no planeta vem das algas dos oceanos. Mesmo assim ela possui importante participação na produção de oxigênio e por isso precisa ser preservada.
2° Ela não é o principal regulador do clima global, isso também é feito pelos oceanos, desde as massas de ar às correntes como a do 'Golfo', além das características geomorfológicas da Terra, como a presença das cordilheiras como a dos Andes. A Amazônia tem papel importante na regulação do clima regional, inclusive o do RJ (em parte)) e, mesmo estando nas mesmas latitudes da Caatinga e de alguns desertos do mundo, é afortunada em termos hidrológicos. Contudo, não devemos confundir os processos biogeográficos que a originaram com os que originam o Outback australiano ou os desertos da Namíbia ou do Atacama no Chile.
3° O clima do RJ e dos demais estados do Sudeste é tropical litorâneo com grande média de precipitação anual, mas isso ocorre por causa da maritimidade, ou seja, pela evaporação da água do mar e sofre influência orográfica das serras do Mar e da Mantiqueira. Além disso os fenômenos El Niño e La Niña, ocorridos no Pacífico, interferem na pluviosidade de toda a América do Sul. A importância dos 'rios voadores', porém, é  gigantesca. Resultantes da evapotranspiração da floresta, essas massas úmidas ajudam na recarga do Aquífero Guarani no Centro-oeste e da sazonalidade do Pantanal, o que gera o Delta do Prata, e irriga o Paraguai, o Chaco Argentino, o Uruguai e etc. Possibilitou a construção de Itaipu,  por exemplo.
4° Uma das principais características da cidade de São Paulo é a poluição do ar. Sua intensa industrialização aliada à sua geomorfologia contribuem para o agravamento dos efeitos negativos da poluição atmosférica durante fenômenos meteorológicos conhecidos como ‘inversão térmica’, comuns nessa época do ano. Cubatão, cidade paulista encravada na Serra do Mar já foi considerada a cidade mais poluída do mundo há algumas décadas. A fuligem gerada nas queimadas é danosa e pode gerar problemas respiratórios, mas as cinzas também ajudam na fertilização do solo. Uma técnica antiga chamada coivara consiste na queima da vegetação para o plantio e era praticada pelos povos nativos (indígenas) há muitos séculos, é claro, resguardadas as devidas proporções.
5° Muitas das principais fotografias usadas em postagens de redes sociais não são da Amazônia, nem mesmo desse ano de 2019. Uma pesquisa rápida no buscador Google pode comprovar isso. Mas sabemos que, infelizmente, milhares de animais morreram, bem como aldeias indígenas incendiaram. Por isso a coivara é proibida nessa época, quando são emitidos, inclusive, alertas de baixa umidade relativa do ar no Centro-Oeste e em todo o Brasil. No Cerrado é comum aparecerem focos de incêndios produzidos por combustão espontânea.
6°  O Brasil é um dos principais produtores de gêneros agrícolas do mundo e a agropecuária corresponde a boa parcela do nosso PIB. Temos uma das maiores áreas propícias ao cultivo do planeta. Demonizar o setor agropecuário é imoral e um convite ao retrocesso. É lógico que ninguém deve defender a destruição da Amazônia ou do Cerrado para implantar o máximo de produção agropecuária, mas ela é uma atividade fundamental para a segurança alimentar, para a produção de biocombustíveis e insumos industriais. Os países com maior competitividade econômica do mundo também possuem grande produção agropecuária, com exceção do Japão que, mesmo assim, investe pesado em tecnologia agropecuária.
7° Não dá pra pensar em proteção integral da Amazônia ou interrupção de todas as atividades humanas na Floresta. Isso não é sinônimo de sustentabilidade. A preservação da floresta só vai ocorrer quando as pessoas compreenderem sua importância também econômica, quando alternativas de geração de renda e subsistência à população residente, sobretudo com soluções para geração de renda proveniente do próprio manejo florestal sustentável forem ampliadas.
8° Os países que se vangloriam em ‘ajudar' financeiramente a Amazônia possuem grandes interesses econômicos e muitos deles, inclusive com muitas ongs, promovem biopirataria, tentam ou conseguem patentear conhecimentos indígenas e descobertas químico-farmacêuticas com as riquezas da nossa Amazônia, quando esse deveria ser compartilhado com os brasileiros. Além disso, muitas ações são realizadas com o intuito de reduzir ou sonegar impostos. Por fim, esses países já promoveram grande destruição das suas florestas nativas, principalmente a Floresta Boreal, a maior do planeta e que circunda as altas latitudes das regiões polares e subpolares. Por fim, eles mesmos foram responsáveis por catástrofes ambientais e humanitárias nas colônias que formaram, como a Bélgica em Ruanda, sem falar nos bombardeios incendiários da Alemanha, FUA, os testes nucleares franceses e ETC.
9° Esse eu nem preciso comentar, apenas deixo a necessidade de estudarmos nossa fauna e flora com mais sensibilidade, além e cuidar dos distúrbios de necessidade de atenção.
10° Essa questão é controversa e complexa. O aumento das médias climáticas globais não vai transformar a Amazônia em Cerrado (ao menos inicialmente), na verdade, isso iria fazê-la expandir. O Clima de boa parte da Amazônia é equatorial e super-úmido, ou seja, muito quente e chuvoso. O aumento da temperatura do Oceano e o aumento da evaporação das águas da Bacia Hidrográfica Amazônica aumentaria a precipitação. Depósitos carboníferos foram gerados a partir de grandes florestas  que existiram em períodos interglaciais do passado geológico. Contudo, boa parte das águas que alimentam a bacia provém do degelo dos Andes e, quando essas geleiras derreterem completamente isso vai sim reduzir o volume do Rio Amazonas e aí sim, isso poderia prejudicar profundamente a Floresta Amazônia, mudando bastante o clima da Região Norte e de todo o Brasil.
A Amazônia é  a maior floresta tropical / equatorial do planeta, possui uma porcentagem significativa da biodiversidade mundial e muuitas, mas muuuitas riquezas genéticas e, possivelmente, a cura de muitas doenças. Ainda temos muito a aprender com a 'Floresta Fantástica' e, para isso ela precisa ser preservada. Diante de tudo isso, percebemos que o primeiro passo necessário para preservá-la é conhecê-la, ou seja, estudarmos profundamente esse bioma maravilhoso e fundamental para o equilíbrio dos ecossistemas e fonte de conhecimento ainda pouco descoberto. Dessa forma podemos utilizar argumentos fundamentados e plausíveis, fugindo de fake news e manifestações leigas, para sermos levados mais a sério e, assim, contribuirmos efetivamente na geração de consciência ambiental que promova ativamente objetivos de sustentabilidade global.
E.B.F

domingo, 14 de maio de 2017

MÃE = AME

MÃE = AME
Pudera eu ter palavras suficientes para descrever o amor com o qual se criou o nome "MÃE", quiçá possa tentar.
Mãe é uma grande palavra pequena. Escreve-se com "M" de 'maior', de majestosa, de 'maravilhosa', de 'magnífica'. Todavia, o mesmo 'M' também inicia as palavras 'mansa'; meiga' e, se você souber lidar, 'maleável'.
Essa palavra também contém a letra 'A' que pode ser pronome, preposição ou artigo (como se a gramática fosse o forte de um poeta). Pois bem, como pronome, pode se dizer que mãe é 'a' que ama; como preposição nos leva 'a' amar e como artigo, mãe é 'a' chave para entender o amor.
Arisco-me a dizer isso por causa da ligação que o nome de mãe carrega em si, uma vez que temos como última letra deste lindo substantivo, o "E". Não há duvidas que o  'e' remete a uma 'conjunção, uma ligação perfeita que ressalta a condição aditiva de toda mãe. Acaso não cai bem a junção de mãe 'e' amor; de mãe 'e' cuidado; de mãe 'e' vida?
E quanto ao 'TIL'? Nada mais justo um 'til' em uma palavra que você provavelmente pronunciará com lágrimas, com consequentes narinas entupidas e falta de fôlego. Deve ser por isso que colocaram o til.
Dito isso, será que consegui descrever o amor com o qual foi criada a palavra 'mãe'? De certo que não! Nenhum poeta ou gramático o pode. O amor que deveras foi incutido no nome mãe só pode ser obra divina, apenas Deus poderia isto fazer. Até mesmo Jesus duvidou que uma mãe pudesse esquecer um filho que ainda mama e, embora seja fato a humanidade da mãe (e sua possível, porém improvável falha), seu amor é exemplo para todos nós.
Encerro este ensaio desajeitado e, por que não, quase leigo deixando apenas um destaque. Desconstrua o a palavra "M.Ã.E" e você encontrará uma ordenança do Senhor: "A.M.E".

Edson Borges Filadelfo 14/05/2017