domingo, 3 de julho de 2011

Concurso Literário: Literatura pela Vida e pela Paz


| Concurso Literário: Literatura pela Vida e pela Paz |



::.. Tema: Neste concurso você poderá escrever um texto sobre a valorização e a importância da vida e da paz.

domingo, 26 de junho de 2011

Noel Rosa Cantado em Poesia já disponível para Compra


"Noel Rosa, Noel da Vila Isabel, Noel do Rio de Janeiro, Noel do Brasil.
Um nome, uma referência, uma lenda. Alguém que deixou para sempre sua marca na genuína música brasileira. Apesar da rápida passagem pela vida, a certeza da eternidade em cada verso composto por ele – seu legado.
Com prazer, emoção e orgulho, a Litteris Editora e os autores presentes nesta obra fazem uma homenagem única a um dos maiores e mais importantes artistas da nossa música. Um mito inesquecível que, ao longo dos últimos cem anos, teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e do asfalto.
Noel, poeta da Vila e da vida. De todos nós" LITTERIS EDITORA!"


A Antologia Literária Noel Rosa em Poesia da Litteris Editora já está à venda no site www.litteris.com.br

Com custo de R$25,00 (Capa Dura), o livro reúne obras de diversos autores amantes da poesia e impactados pela maestria e leveza da obra de Noel Rosa - O Poeta da Vila. Desde premiados renomados a novos autores de qualidade dentre mais de 2 mil concorrentes com 4 mil obras. O Prêmio Noel Rosa de Poesia foi desenvolvido no ano passado e a idéia era lançar o livro ainda no ano do Centenário do Mestre Bamba, contudo problemas na edição atrasaram o lançamento. Isso não quer dizer que a qualidade dos textos tenha sido afetada. Para quem gosta de ler belas poesias como sentir o aroma das flores, o livro é um ramalhete. Um livro pra ler e ouvir!
Apesar da sua morte prematura Noel ainda inspira compositores a gerações. Alguns de seus clássicos são conhecidos por praticamente todos os brasileiros, ansiãos, adultos ou mesmo crianças. "Com que roupa eu vou?" uma pergunta que não cala, afinal "quem é Bacharel não tem medo de Bamba".

http://www.livrarialitteris.com.br/default.asp?produto/508/NOEL_ROSA_EM_POESIA_%28CAPA_DURA%29_-_ANTOLOGIA_LITERARIA


Entre agora no site da Litteris e adquira um exemplar dessa obra. Para ler, recordar, conhecer e se deliciar de um pouco de arte inspirada na vida e na obra do Mestre Rosa

Uma das poesias presentes nesta antologia é Mestre Rosa, do professor e poeta Edson Borges, o Geoeducador.

sábado, 18 de junho de 2011

NOVA METODOLOGIA NO ENSINO DE INGLÊS

  A metodologia tradicional do ensino de Língua Inglesa baseava-se na repetição do termo fundamental da cultura americana

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"THE BOOK IS ON THE TABLE".
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Por décadas esse método foi utilizado em turmas de ensino fundamental e médio nas escolas da rede pública brasileira. Até mesmo em programas humorísticos, esportivos como o do canal ESPN, nas músicas eletrônicas ou no funk do MC Serginho essa forma de ensino foi difundida. O que não se percebeu, contudo, foi a evolução dos meios de comunicação e, entre eles o livro, até então a ferramenta pedagógica principal. Fitas K-7, VHS e DVDS aos poucos foram compartilhando lugar com os livros didáticos de lingua inglesa.
Atualmente os computadores portáteis, smart fones e similares estão promovendo alterações intensas no ensino-aprendizagem cotidiano de diversas disciplinas. Hoje os Tablets PCs, portáteis, interativos e em processo de barateamento estão provocando rebuliços entre os pensadores da educação, em especial aos teóricos da pratica de ensino de inglês.
Os professores formados a algum tempo terão que frequentar turmas de reciclagem e os cursos superiores estão reformulando os seus currículos para se adequarem à nova metodologia revolucionária:
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"E-BOOKS IS IN THE TABLET".
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Reparem que, embora pareça que pouca coisa foi mudada, o uso incorreto da expressão pode prejudicar a compreensão. Os termos "on" e "in" aqui fazem muita diferença. Uma professora que não quis se identificar comentou o seguinte:
"Usamos a metodologia antiga há decadas mas é necessário uma mudança para que os alunos realmente aprendam inglês. Isso me preocupa muito já que teremos que nos adaptar" A. G (professora de um Ciep)
Afinal de contas os alunos precisam sair da escola bem preparados para o mercado de trabalho e cabe a nós professores, não importando a disciplina, zelar pela boa aprendizagem dos nosso anjinhos.
OBS: A motodologia será adotada no Currículo Mínimo Estadual e contará para o alcance das metas do IDERJ.

Achei num site de curso de inglês... Vejam abaixo como até os profissionais estão usando metodologias arcaicas: Isso é preocupante:

segunda-feira, 13 de junho de 2011

ISENÇÃO UERJ 2012 2º Exame de Qualificação até 16/06/11 - Modelos de Declaração de Próprio Punho


A partir de amanhã (14/06) até quinta (16) estarão abertas as inscrições para pedido de  isenção de taxa para o vestibular da Univeridade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Os interessados devem acessar a home page do vestibular estadual wwwv.vestibular.uerj.br e seguir as instruções online.
Após a inscrição, a ficha com os dados declarados deve ser impressa e encaminhada atravéz dos correios em envelope tamanho ofício ou A4 com as fotocópias (xerox) dos documentos comprobatórios da hipossuficiência (que comprovem renda per capta abaixo do limite conforme expressa no edital de isenção também disponível no site).
O 2º exame de qualifiacação da UERJ é a ultima oportunidade para quem deseja prosseguir no processo seletivo para o ano 2012. Caso o candidato seja aprovado nesta fase ele passará para a fase final com exames discursivos específicos, de lingua portuguêsa, redação e matéria afim, também expressos no edital de convocação para o exame final.
Uma dica para economizar com a postagem é procurar um correio publico. Correios terceirizados geralmente possuem tarifas maiores.


DECLARAÇÃO DE PRÓPRIO PUNHO
Para que a isenção seja concedida é necessário que todos os documentos comprobatórios sejam postados até a sexta dia 17/06. Caso o candidato não possua o documento solicitado ele deve elaborar declarações de príprio punho atestando a situação. Todas as declarações devem conter o nome do declarante seguido de seu CPF e duas testemunhas que não sejam da família, também com CPF. Os principais casos de necessidade de declaração são a inexistência de pessoa residente com renda formal (carteira assinada, aposentadoria ou funcionário público) e comprovantes de água, luz, IPTU e etc. Nos demais casos a obrigatoriedade de documentação é maior (por exemplo, ausência de CPF para maiores de 18 anos). Abaixo segue um modelo de declaração que meus alunos do PVNC Cabuçu sempre utilizaram e que geralmete é aceito pela UERJ sem problemas.

Modelo 1: DECLARAÇÃO DE RENDA
Eu................................................................., portador do RG................................. e do CPF......................................, por não possuir outra forma de comprovação, declaro com a anuência das testemunhas abaixo qualificadas e assinadas que minha renda mádia mensal é de R$....................................(valor por extenso) provenientes da atividade informal.........................................................
Rio de Janeiro, _................... de ..................... de 2011

1ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................
2ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................


Modelo 2: DECLARAÇÃO DE POSSE / INEXISTÊNCIA DE IPTU
Eu................................................................., portador do RG................................. e do CPF......................................, por não possuir outra forma de comprovação, declaro com a anuência das testemunhas abaixo qualificadas e assinadas que resido sob a forma de posse no endereço................................................................................................................, portanto não possuo carnê de IPTU já que não é feita a cobrança do mesmo.
Rio de Janeiro, _................... de ..................... de 2011


1ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................
2ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................

Modelo 3: DECLARAÇÃO - FORNECIMENTO DE ÁGUA/LUZ
Eu................................................................., portador do RG................................. e do CPF......................................, por não possuir outra forma de comprovação, declaro com a anuência das testemunhas abaixo qualificadas e assinadas que não possuo fornecimento individualizado de água (ou luz se for o caso) em razão de o serviço não ser prestado com total cobertura na localidade em que resido.
Rio de Janeiro, _................... de ..................... de 2011


1ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................
2ª Testemunha__________Assinatura____________________________
Nome completo................................................... CPF................................

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Não escutou a mamãe! Sofreu e faz os outros sofrerem


Depoimento de Magaly Cabral, Professora, Pedagoga, Museóloga, Mestre em Educação e......

Mãe do Desgovernador Sérgio Cabral.

Assista o vídeo abaixo e veja como o Cabrunco Filho sentiu na pele:
1: A perseguição do governo a movimentos democráticos com a prisão dos seu pai "anômalo" (com mesmo nome que o seu), jornalista fundador do Jornal Pasquim. ("você ser preso por qu enão pode colocar suas idéias no jornal, na televisão. Isso é ruim, péssimo pra nós todos, . É preso: então é bandido" palavras da mamãe Cabrita)
2: Salário de fome dos professores. A mamãe cabrita teve que dobrar (fazer GPL) na escola pra tentar sustentar a família. Resultado? não conseguiu. Diívidas, corte de luz e água e os filhinhos querendo têta.("Eu era professora e passei a dobrar, trabalhar em dois turnos pra poder ter um pouco mais de recursos. Foi quando eu percebi que o salário de professor é péssimo. Então foi um perÍodo muito ificil, telefone cortado, aluguel atrasado. Foi um ano extremamente difícil o ano de 1971 pra mim e Sergio com 3 filhos pequenos... Eu diria que faltou comida dentro de casa..." Palavras da mamãe Cabrita)

terça-feira, 31 de maio de 2011

E O SALÁRIO Ó!





Professora Amanda Gurgel na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte falando sobre educação e seu ridículo salário enquanto a secretária estadual acha que tudo está bem e que professor é para ser feito de otário mesmo e achar bom.

Créditos do Comentário:
Canal de uoleo em You Tube

Concurso Literário "De Viagem Pela Palavra" da Litteris Editora|



| Estão abertas as inscrições para o Concurso Literário De Viagem Pela Palavra da Litteris Editora|

::.. Tema: Neste concurso você poderá escrever sobre um tema de sua preferência, que inspire o leitor a viajar pelo universo das palavras.

::.. Quantidade de Obras: Cada participante poderá concorrer com até 2 (duas) obras, em qualquer gênero literário, com até 60 linhas cada uma. As obras deverão ser enviadas em língua portuguesa.

::.. Inscrições: As inscrições estarão abertas até o dia 30 de JUNHO de 2011 (vale como comprovante de envio o carimbo postal ou e-mail).

::.. Envio das Obras: As obras deverão ser enviadas digitadas em papel ofício em espaço 2, por uma das quatro formas:
  • pelo formulário eletrônico;
  • pelo e-mail concursos@litteris.com.br (caso você não consiga enviar pelo formulário acima)
  • para a sede da Editora, na Av. Presidente Vargas, 962/1411 - Centro - 20071-002- Rio de Janeiro - RJ (válido carimbo postal)
  • para a Caixa Postal 150 - 20001-970 - Rio de Janeiro - RJ (válido carimbo postal). Ao enviar suas obras por correio, envie junto o seu nome completo, pseudônimo, endereço de correspondência e telefone de contato. 
  •  
    • Ccontinue lendo clicando em "mais informações"

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A Rede e a Pantera


Vivemos em um Mundo em Movimento. E os movimentos do Mundo, das pessoas do Mundo, colorem o céu e as estradas, os rios e o mar... e as ondas eletromagnéticas e os circuitos eletrônicos, as fibras ópticas e os satélites. O colorido dos monitores e motores, o cinza das fumaças e o invisível dos dados criptografados do mundo virtual transportam pessoas, idéias, sonhos e poderes. O Mundo em movimento movimenta as fotografias e altera os espaços. Na verdade parte desse mundo desrespeita o espaço.

Mas o preço dos movimentos de alguns é a estagnação de muitos. Esse mundo de viajantes, de aventureiros, eletronautas, famosos bloger’s, populares amigos dos espaços virtuais de relacionamento, comércio e de rodas de decisão é limitado. O mundo do trabalho eletrônico, da obrigação eletrônica, do lazer eletrônico é o mesmo mundo colorido que descarta os analfabetos digitais. E esse movimento parado, longe de ser ditado pela predisposição do destino, da falta de sonhos ou da aversão ao novo é gerido por um sistema segregador, que escolhe seus componentes numa multidão de desejos. Grande parcela dos olhos brilhantes de emoção, diante das tecnologias arrojadas do século XXI, estão off-line. É o mundo em movimento num processo de integração em rede. Focos de acesso em meio a muralhas eletrificadas. Pontuais como as pintas de uma onça.

Os vídeos e sons cada vez mais encantadores, as apresentações em Flash roubando a cena dos chargistas, as caixas de e-mails empoeirando os CEP’S, os editores de texto revelando escritores e poetas, as planilhas eletrônicas salvando a vida das secretarias e donas de casa. Numerosos procedimentos burocráticos, dentre muitos, os de iniciativa governamental estão em um processo de digitalização. Com o discurso da agilidade e da integração dos dados, do “fim das filas” e da modernização do sistema de gestão pública, inúmeros cadastros, matrículas e até mesmo o voto tornaram-se digitais.

Diante dessa constatação fica evidente a importância da inclusão da alfabetização digital no sistema de ensino brasileiro, não apenas no sentido de fornecer computadores com Internet ou joguinhos que qualquer pessoa pode utilizar a-criticamente a alunos teleguiados por essa lógica consumista fomentada pela mídia. É preciso educar para o mundo técnico-científico informacional, mostrar os caminhos para que a população, a partir dos estudantes até toda ela, possa saber utilizar esse recurso tecnológico como ferramenta de cidadania. Mostrar, por exemplo, que o computador, mesmo sem Internet, pode ser um aliado no cotidiano das pessoas nas mais variadas modalidades, domésticas, educativas, profissionais. Mostrar que a Internet serve também para cobrar das autoridades mais responsabilidade. Aos políticos, que estão tão distantes do povo, mas bem próximos da rede, cobrar prestação de contas de sua atuação com mensagens, grupos de discussão e fiscalização. Às empresas que não respeitam a os serviços de atendimento ao consumidor, buscar diálogo subsidiado pela potencialidade do contato com as agências regulamentadoras de sua atividade, como a ANEEL, ANATEL, DETRO e etc, de certo que percebendo as cobranças elas passam a cumprir com suas obrigações.

E educar nesse sentido é garantir o acesso às informações e a capacidade de filtração das informações verídicas e formar educadores conscientes de seu papel.

E será que isso é o bastante? A resposta mais coerente seria um não! Garantir o acesso e a educação digital são partes de um processo de democratização das tecnologias. É preciso garantir também a permanência. É preciso o barateamento dos computadores e periféricos, é preciso a diminuição das tarifas de telecomunicações e uma expansão integral das mesmas, uma verdadeira globalização. É preciso que a mancha da rede de computadores no Brasil seja tal qual o preto de uma pantera negra, ou seja, abrace todos os brasileiros para que então todos possamos através de um botão, que não o somente o “confirma” nas urnas eletrônicas, exercer nossa cidadania.



Edson Borges Filadelfo (ant Vicente) Geoeducador)
http://recantodasletras.uol.com.br/redacoes/2174234

As Feras Tomaram a Floresta ou "Um Índio e a Saga Amazônica"


Certo dia um índio muito corajoso recebeu um visitante. Ele era educado e generoso. Trouxe umas parafernálias esquisitas e brilhantes as quais lhe deu. Para retribuir a generosidade, resolveu então dar ele um pouco do que a terra lhe dava. Mal sabia ele que, com aquela oferta sublime, pouco a pouco iria crescer a cobiça e o visitante iria querer mais. Mas qual o problema? Dar do que a terra gerava não pareceria correto? - Queres erva? A terra me dá a erva e eu te dou a erva! - Para o índio que via naquela erva um presente de Tupã aos homens da terra nada era mais humano que oferecer.

E assim foi...

Mais tarde aquele visitante novamente apareceu, só que desta vez não estava sozinho. Trouxe uns amigos consigo. Eles também queriam as ervas, o Cacau e as lágrimas da seringueira. Lhes foi dado mais e mais. Mas eles não se contentavam. Quanto mais recebia mais queriam. Ao fim, o pobre Índio contente por ter agradado aos visitantes constantes sentiu falta dos mesmos, já não apareciam tão frequentemente. Que será?

Numa caminhada pela floresta, certa vez, o Índio da tribo dos Tuyuka ouviu barulhos estranhos vindos de grandes feras que devoravam as grandes árvores. As feras, mais bravas que onças, comiam tudo que viam pela frente e o pobre índio, ainda espantado, tentou pedir ajuda aos guerreiros de sua tribo. Alguns índios morreram ao tentar enfrentar as feras que só não atacavam os amigos daquele visitante que esteve na tribo algumas vezes.

Algum tempo depois o índio, curioso e corajoso, voltou ao local onde teria visto as feras. No lugar da Mata haviam plantas igualzinhas umas das outras, como suas plantações de mandioca, porém, que sumiam no horizonte deixando o rio que o índio gostava de visitar mais longe, e vez por outra ouvia o rosnar de feras em meio a aquelas plantações. Conversando com um índio amigo de outra tribo, ele ouviu dizer que as feras estavam escavando a terra e não havia nem mata nem planta alguma onde ele gostava de ir uma vez ao ano mais pro lado onde o sol dorme. Se aqui as feras comem as arvores e cuidam das plantas, lá só havia destruição e estavam levando a terra.

Muito tempo se passou e cada dia mais o índio tinha que temer andar na floresta, pois as feras estavam por todos os lados, até mesmo cruzavam o céu com seu ronco agressivo. Desejando visitar o grande rio que seu pai lhe havia levado em sua infância o, então bravo guerreiro, aventurou-se na selva em busca do sonho perdido. Será que as feras levaram as águas do grande rio?

Chegando ao local, ao desbravar as terras que antes exuberavam as matas mais antigas da região, o índio derramou-se em lágrimas. Uma fera havia segurado as águas do rio, talvez na tentativa de levá-las embora, e o Iguassú, que não se entregava, inundou a mata matando as árvores, animais e uma pequena tribo que ali habitava a muito e muito tempo. O Índio não pensou duas vezes. Triste com todos os problemas que haviam surgido desde que avistou as feras pela primeira vez, ele se jogou nas águas desesperadas do grande rio até que atingiu as mãos da grande fera e morreu.

Seu sangue foi espalhado pelo rio, tornando suas águas avermelhadas como suas pinturas. Desde aquele dia o grande rio - hoje chamado - Solimões - luta para não ver perdidos os rastros do sangue do guerreiro Tuyuka quando se encontra com o Rio Negro, fazendo do encontro de suas águas e o nascimento do Amazônas uma maravilhosa paisagem, guadando consigo segredos e estórias fascinantes como a do índio que amava sua terra.


Edson Borges Vicente (Filadelfo)2007

http://www.geoeducador.blogspot.com/
http://recantodasletras.uol.com.br/contos/2124396

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Carnaval.. Futebol... NOVA VERSÃO

(Versão Antiga)
Paz, carnaval, futebol
Não mata, não engorda
E não faz mal
Carnaval, futebol
Se joga para cima e vira sol...


(Versão Nova)
*PAES*, Carnaval, futebol
Jogar dinheiro fora
não faz mal
Carnaval, futebol
se joga grana em cima e vira pó (na quarta feira de cinzas)


(Versão Antiga)
Vai, vai, vai! Fica aqui meu avião
Vem, vem, vem!
Que o Brasil não tem vulcão
Vai, vai, vai!
Suba aqui na minha moto
Vem, vem, vem!
Aqui não tem terremoto...


(Versão Nova)
Vai, vai, vai! o Lula de avião
vem vem vem
Irã não tem atômica não
Vai, vai vai!
sobe aqui no meu palanque
Vem, vem vem!
Esquerda não tem militante


(Versão Antiga)
Temporal de calor
Tome um sorvete
O tempo é bom para o amor
No pólo sul tem vento frio
Prá namorar
Vem todo mundo atrás do trio...


(Versão Nova)
Temporal que deslizou
Doe um absorvente
O tempo é ruim pra quem votou
No ar-condicionado tem vento frio
pra aproveitar
vem todo mundo rir do Rio


(Versão antiga)
Beija docinho
Que estou doidinho
Prá te molhar a boca
Insolação
Febre e paixão


(Versão Nova)
Queima galpãozinho
que eu estou doidinho
pra te molhar a mão
superprodução
Amor e Corrupção
Vai carnaval!


(Edson Borges Filadelfo) - http://www.geoeducador.blogspot.com/